Figueira da Foz, para além da praia do grande areal (6 locais para visitar em dias cinzentos)

Figueira da Foz, praia do grande areal que mira no alto a Serra da Boa Viagem. Praia da nortada e da areia esfoliante onde a água do mar gela até os ossos! Cidade onde se é feliz.

 

Desde criança que parte das minhas férias de verão são passadas por aqui. Nem tanto para fazer praia, uma vez que frequentava mais as praias circundantes, mas para comer gelados, passear na marginal ou subir até à Serra da Boa Viagem e perder o olhar para lá do horizonte.

Desengane-se quem pensa que a Figueira da Foz é apenas um local de praia. Esta cidade na foz do rio Mondego oferece mais do que aquilo que à partida vemos quando lá chegamos. Há ali atividades para os fãs do verão, da gastronomia, do laser e da cultura. Há atividades para todos e para todos os dias, sejam eles de sol ou de tempo encoberto. E é precisamente para estes últimos, em que a vontade de utilizar a praia esmorece, que vos sugiro de seguida 6 locais que não devem perder.

 

1 – Núcleo de Arte Contemporânea Laranjeira Santos / Castelo Engenheiro Silva

O Núcleo de Arte Contemporânea Laranjeira Santos, situado no Castelo Engenheiro Santos Silva e extremamente perto do conhecido Relógio da Figueira da Foz, guarda há cerca de 1 ano grande parte do espólio do escultor com nome homónimo.

Para além da exposição permanente com as obras de Laranjeira Santos, este núcleo de arte tem também exposições temporárias. À data a visita a todas as exposições e edificio do castelo pode ser feita de forma gratuita.

Neste edifício localiza-se também um Posto de Turismo.

 

2 – Museu Municipal Santos Rocha

Este museu, fundado em 1894 e desde 1975 localizado no atual edifício (que alberga também a Biblioteca, o Arquivo e o Auditório municipais), situa-se junto ao CAE – Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz e ao espaçoso Parque das Abadias.

Neste museu, fundado por Santos Rocha, é possível visitar (para além de exposições temporárias) a exposição permanente composta por coleções de Arte religiosa, Arte moderna, Numismática, Mobiliário Indo-português, Etnografia, Armaria e Arqueologia, além de existir ainda uma área de exposição extra reservada a visitas por marcação.

É também neste museu que podemos encontrar o espólio recolhido no Monte de Santa Olaia e sobre o qual vos falei anteriormente no artigo Baixo Mondego: os Campos, a Lagoa, o Castelo e o Castro.

 

3 – Forte de Santa Catarina, Fortaleza de Buarcos e Antigo Castelo de Redondos

Ao passear pela Figueira da Foz é impossível não repararmos nas muralhas pelas quais vamos passando e que fazem parte da antiga estratégia defensiva da cidade contra os corsários e piratas que atacavam a baia.

Logo à entrada e junto à foz é impossível não reparar na muralha com farol que se impõe à nossa chega: o Forte de Santa Catarina. Ao continuamos pela marginal até Buarcos encontramos a Fortaleza de Buarcos, parte da Rede de Castelos e Muralhas do Mondego e um exemplo das alterações da arquitetura militar de meados do século XVI. Atravessando a fortaleza e subindo pelo casario, encontramos no alto o que resta do medieval e Antigo Castelo de Redondos.

 

4 – Mercado Municipal Engenheiro Silva

O Mercado Municipal da Figueira da Foz, junto à foz e ao Jardim Municipal, cativa-nos pelos sons dos pregões e pelas cores dos legumes, fruta e peixe frescos.

Para além disso, é também um exemplo da “arquitetura do ferro”, comum aquando da inauguração do mercado em 1892.

 

5 – Coliseu Figueirense

O Coliseu Figueirense, um edifício do final do século XIX, está localizado por entre o casario numa zona bastante central da Figueira da Foz. Atualmente este espaço serve todo o tipo de espetáculos e eventos culturais, sendo um dos polos das festas académicas de Coimbra, a Queima das Fitas.

As visitas podem ser feitas através da assistência a um evento ou se, como eu, tiverem a sorte de passar à porta durante a montagem de um espetáculo e vos deixarem visitar! 😃

 

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6 – Rota Arte Nova

A Rota Arte Nova da Figueira da Foz foi algo que descobri nesta minha última estadia na cidade. Não que já não tivesse reparado em toda uma série de casas que correspondem a este estilo artístico, mas desconhecia a existência de um percurso organizado.

Esta rota leva-nos assim a percorrer o central Bairro Novo de Santa Catarina e a conhecer os (lindíssimos) exemplares arquitetónicos de estilo Arte Nova que ali foram sendo construídos no início do século XX.

 

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