Linha do Minho: Braga em 2 dias

Guimarães ficou para trás e continuo o meu percurso pela linha do Minho. Depois de uma paragem em Lousado para fazer transbordo de comboio, sigo até à cidade de Braga.

 

Já tinha estado em Braga anteriormente, mas em nenhuma das vezes estive o tempo suficiente para conhecer a cidade de uma forma mais profunda. Já tinha passado pelo Bom Jesus do Monte, pelo Santuário da Nossa Senhora do Sameiro, pela Praça da República e até pela Bracalândia – que hoje já não existe – mas nunca tive oportunidade de passear livre e relaxadamente pelo centro da cidade, dando-me a possibilidade de a conhecer melhor. Não sei se à 3.ª foi de vez, mas pelo menos tentei! 😊

 

Dia 1
Guimaraes – Braga

A chegada a Braga é feita já depois das 14 horas. Depois do checkin no Hotel Basic Braga by Axis – mesmo ao lado da estação ferroviária e com um sistema de iluminação do quarto absolutamente incrível 😆 – há que botar os pés a caminho e não perder tempo até ao centro histórico!

 

Sé de Braga

Ao caminhar pelas ruas de Braga o primeiro local com que me cruzo é aquele que foi a primeira Catedral construída em Portugal, a Sé de Braga. Este património histórico religioso data o início da sua construção no século XI, mesmo antes do país existir enquanto tal. Além da visita à nave da Sé, que visitei, é possível conhecer o Tesouro-Museu da Sé de Braga, as Capelas e o Coro Alto.

 

Centro (Praça da República e Jardim de Santa Bárbara)

Saída da Sé continuo caminho com o objetivo colocado na Praça da República. É aqui que se encontra o chafariz com uma pequena baleia em mármore que me lembro de ver em miúda durante uma visita de estudo à cidade! No entanto, esta praça é também conhecida por ser encabeçada pelo Largo da Arcada; na idade média um local de recolha de animais e mercadorias, agora um dos locais mais populares da cidade, onde se encontram alguns cafés históricos.

 

Depois de percorrer a Praça da República regresso à ruas e ruelas do centro, onde encontro o Castelo de Braga, antes de chegar ao Jardim de Santa Bárbara, junto ao Paço Episcopal Bracarense, e que deve o seu nome à Estátua de Santa Bárbara que se encontra no topo da fonte no centro do jardim.

 

Caminhando mais um pouco antes de regressar ao hotel, passo ainda por outras pequenas praças, largos e edifícios históricos desta capital minhota.

 

Dia 2
Braga

O segundo dia em Braga começou bem cedo, pois decidi dedicá-lo a visitas fora do centro histórico, a locais onde já estivera há anos e que queria revisitar. Isto obrigou-me a andar nos transportes urbanos da cidade, os TUB – Transportes Urbanos de Braga, e a ter uma ideia mais realista da sua extensão geográfica e vivência diária.

 

Bom Jesus do Monte

Para chegar até ao Bom Jesus do Monte, vulgarmente conhecido por Bom Jesus de Braga, há que apanhar o TUB da linha n.º2 – ajudou estar num hotel junto à estação ferroviária, pois esta linha passa mesmo ao lado – e fazer todo o percurso até à paragem de destino. Esta é bastante fácil de identificar por ser mesmo junto ao funicular que nos leva até ao santuário sem precisarmos subir os quase 600 degraus que separam o Pórtico do Adro! Foi o que fiz, logo na primeira viagem de subida do dia!

Este santuário barroco português foi também, nos dias que antecederam a minha visita, considerado Património Mundial da UNESCO.

 

Depois de visitar e passear durante horas pelo agradável complexo que constitui o Bom Jesus do Monte, regressei – desci as escadas! 😅 – ao centro da cidade para almoçar. Escolhi para isso um dos locais mais emblemáticos de Braga, o café A Brasileira. Além do simpático atendimento, pude desfrutar de uma agradável salada césar e uma refrescante sangria branca, naquele que foi um dos dias de maior calor em toda viagem!

 

Santuário da Nossa Senhora do Sameiro

Findo o almoço era tempo de voltar ao monte circundante da cidade para revisitar o Santuário da Nossa Senhora do Sameiro – o santuário mariano cujo início de construção data do século XIX – usando para lá chegar o TUB da linha 88. Algo que repeti da anterior visita foi a subida ao zimbório do santuário; é, de facto, única e incrível a vista que temos sob a cidade de Braga a partir dali.

 

No entanto, o passeio pelos arredores de Braga não se ficara por aqui! Aproveitando para rever amigos que hoje moram na cidade, acabámos por ir até à Praia Fluvial da Palmeira molhar os pés – literalmente 😀 – e, mais tarde, jantar aquele que é um dos pratos típicos do norte – a francesinha – na Taberna Holandesa!

 

Dia 3
Braga – Viana do Castelo

Ao terceiro e último dia em Braga não era possível ir embora sem provar um dos seus pastéis mais típicos: a Tíbia! Felizmente, um dos melhores locais para provar este pastel de massa semi-estaladiça recheada com creme é relativamente perto da estação e do centro histórico, mesmo ao lado do Arco da Porta Nova: o Tíbias de Braga! Era tão boa que não me importava de comer já outra! 🤤

 

Depois deste doce e apetitoso pecado, no entanto, a linha do Minho que tinha nos meus planos ainda não terminava em Braga e, por isso, seguiram-se os carris até Viana do Castelo!

 


Quanto?

Viagem em Comboio Urbano e Regional Guimarães – Braga: 3,55€

Entrada na Sé de Braga: 2€

Viagem no autocarro TUB até ao Bom Jesus do Monte (ida + volta comprado a bordo): 3,30€

Viagem no funicular do Bom Jesus do Monte (ida): 1,50€

Viagem no autocarro TUB até ao Sameiro (ida + volta comprado a bordo): 4€

Subida ao zimbório do Santuário da Nossa Senhora do Sameiro: 2€

Hotel Basic Braga by Axis: média de 40€/noite

 

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