Linha do Minho em 7 dias: Guimarães, Braga e Viana do Castelo

Quando parti pela Linha do Norte em direção ao Porto – Campanhã o relógio marcava 9h51. Objetivo? Passar uma semana sozinha a percorrer algumas das cidades da região do Minho. Guimarães, Braga e Viana do Castelo, os destinos; o comboio e a Linha do Minho, os guias desta viagem.

 

A ligação entre Porto e Guimarães é feita num comboio urbano que chega ao destino em cerca de uma hora. À chegada reconheci de imediato as linhas desta cidade à qual decidi voltar depois de já a ter visitado algumas vezes. Pertencente ao distrito de Braga e Património Mundial da UNESCO desde 2001, Guimarães é das cidades portuguesas de que mais gosto. Não me canso de percorrer as ruas de casario em traça antiga, de visitar os monumentos ou de simplesmente permanecer sentada numa das esplanadas nas suas bonitas praças ou largos.

 

 

Conhecida como berço de Portugal por estar intimamente ligada à constituição da identidade do país, esta cidade minhota tem um sem número de locais que não podem deixar de ser visitados e os quais voltei a percorrer nestes cerca de 2 dias em que nela pernoitei.

 

Dia 1
Porto – Guimarães

A manhã deste primeiro dia é gasta em viagens de comboio até chegar a Guimarães por volta das 14 horas, mesmo a tempo de fazer o check-in no Hotel Fundador. Bem perto da estação ferroviária – o que, deixem-me dizer, me conveio especialmente! – este hotel tem um staff bastante simpático e acessível, quartos bastante confortáveis e um pequeno-almoço apetecível! Além de tudo isto, é bem possível que consigam um quarto com uma vista fantástica sobre o centro da cidade! 😀

 

No entanto, e uma vez no verão, ainda me resta muito tempo para poder revisitar alguns dos locais mais reconhecidos da cidade.

 

Castelo de Guimarães

A origem deste castelo data do século X, mas recebe reformas nos séculos XI, XIII e XV, até ser deixado ao abandono e voltar a ser recuperado apenas no século XX. É um castelo intimamente ligado à fundação de Portugal e onde poderá ter nascido D. Afonso Henriques, o primeiro rei de Portugal!

 

Capela de S. Miguel

A poucos passos do Castelo de Guimarães encontra-se a pequena Capela de S. Miguel onde consta ter sido baptizado D. Afonso Henriques.

 

Paço dos Duques de Bragança

Ainda no mesmo jardim onde encontramos o Castelo de Guimarães e a Capela de S. Miguel, encontramos o Paço dos Duques de Bragança. Foi esta casa senhorial do século XV que me fez apaixonar por Guimarães quando era miúda; entrar aqui, foi como entrar num conto de fadas!


 

Passeio pelo centro histórico

Depois da visita ao local onde se respira história a cada passo, há ainda tempo para passear pelo centro por entre o casario, as praças e os largos históricos. Um desses largos é bem conhecido de todos pelos inúmeros spots publicitários que aí são rodados: o Largo da Oliveira, onde encontramos o Padrão do Salado!

 

No caminho para o hotel passei pela Sala 141 e aproveitei para entrar e jantar! Este simpático restaurante de tapas é um espaço pequeno, com música ao vivo e ideal para se estar com amigos. Além disso, as minhas salada e sobremesa estavam óptimas! 🙂

 

Dia 2
Guimarães

No segundo dia a manhã começa cedo. O objetivo é revisitar mais alguns locais do centro histórico para, da parte da tarde, partir de teleférico até ao Monte de Santa Catarina.

 

Museu Alberto Sampaio

O Museu Alberto Sampaio situa-se no centro histórico, junto ao Largo da Oliveira, e ocupa aquele que em tempos foi um Mosteiro. No seu interior podem admirar peças escultóricas medievais e renascentistas, arte sacra ou uma coleção de ourivesaria.

 

Igreja da Nossa Senhora da Oliveira

A Igreja da Nossa Senhora da Oliveira situa-se, também ela, no Largo da Oliveira, paredes meias com o Museu Alberto Sampaio, e a sua fundação data de cerca de 950.

 

Já batiam as 12 horas e, antes de seguir para a viagem de teleférico até ao Monte de Santa Catarina, aproveitei para almoçar pelo Largo da Oliveira. Optei pelo A Medieval, um dos vários restaurantes que ali podem encontrar e que me pareceu ser o que apresentava melhor relação qualidade-preço. O ambiente no interior é bastante agradável, com funcionários bastante simpáticos e têm uma salada César de comer o chorar por mais (além de poderem ficar na esplanada em pleno largo)! 😀

 

Monte de Santa Catarina / Santuário da Penha

Entre o centro de Guimarães e o Monte de Santa Catarina, onde se situa o Santuário da Penha, há uma viagem de 1700 m de teleférico que os separam! Chegada lá acima, o ambiente fresco e o ar puro convidam a explorar lentamente a mata por entre os rochedos com passagens e escadarias apertadas e que guardam surpresas em cada buraco, literalmente! Além disso, a vista oferecida pelos miradouros Pio IX e pelo Santuário da Penha são algo que não nos cansamos de ver.


 

Depois de voltar de teleférico até ao centro de Guimarães ainda houve tempo para provar um pastel tradicional à base de massa folhada e doce de ovos e que encontram facilmente em várias pastelarias da cidade. Chama-se Castelo e é i-rre-sis-tí-vel!! 🤤

 

Dia 3
Guimarães – Braga

O terceiro dia em Guimarães baseia-se a uma manhã de arrumação da mala e nova viagem de comboio, porque a travessia que me levou até esta cidade não ficava por aqui e seguia-se Braga!

 

Guimarães ficou para trás e continuo o meu percurso pela linha do Minho. Depois de uma paragem em Lousado para fazer transbordo de comboio, sigo até à cidade de Braga.

 

 

Já tinha estado em Braga anteriormente, mas em nenhuma das vezes estive o tempo suficiente para conhecer a cidade de uma forma mais profunda. Já tinha passado pelo Bom Jesus do Monte, pelo Santuário da Nossa Senhora do Sameiro, pela Praça da República e até pela Bracalândia – que hoje já não existe – mas nunca tive oportunidade de passear livre e relaxadamente pelo centro da cidade, dando-me a possibilidade de a conhecer melhor. Não sei se à 3.ª foi de vez, mas pelo menos tentei! 😊

 

A chegada a Braga é feita já depois das 14 horas. Depois do checkin no Hotel Basic Braga by Axis – mesmo ao lado da estação ferroviária e com um sistema de iluminação do quarto absolutamente incrível 😆 – há que botar os pés a caminho e não perder tempo até ao centro histórico!

 

Sé de Braga

Ao caminhar pelas ruas de Braga o primeiro local com que me cruzo é aquele que foi a primeira Catedral construída em Portugal, a Sé de Braga. Este património histórico religioso data o início da sua construção no século XI, mesmo antes do país existir enquanto tal. Além da visita à nave da Sé, que visitei, é possível conhecer o Tesouro-Museu da Sé de Braga, as Capelas e o Coro Alto.

 

Centro (Praça da República e Jardim de Santa Bárbara)

Saída da Sé continuo caminho com o objetivo colocado na Praça da República. É aqui que se encontra o chafariz com uma pequena baleia em mármore que me lembro de ver em miúda durante uma visita de estudo à cidade! No entanto, esta praça é também conhecida por ser encabeçada pelo Largo da Arcada; na idade média um local de recolha de animais e mercadorias, agora um dos locais mais populares da cidade, onde se encontram alguns cafés históricos.

 

Depois de percorrer a Praça da República regresso à ruas e ruelas do centro, onde encontro o Castelo de Braga, antes de chegar ao Jardim de Santa Bárbara, junto ao Paço Episcopal Bracarense, e que deve o seu nome à Estátua de Santa Bárbara que se encontra no topo da fonte no centro do jardim.

 

Caminhando mais um pouco antes de regressar ao hotel, passo ainda por outras pequenas praças, largos e edifícios históricos desta capital minhota.

 

Dia 4
Braga

O segundo dia em Braga começou bem cedo, pois decidi dedicá-lo a visitas fora do centro histórico, a locais onde já estivera há anos e que queria revisitar. Isto obrigou-me a andar nos transportes urbanos da cidade, os TUB – Transportes Urbanos de Braga, e a ter uma ideia mais realista da sua extensão geográfica e vivência diária.

 

Bom Jesus do Monte

Para chegar até ao Bom Jesus do Monte, vulgarmente conhecido por Bom Jesus de Braga, há que apanhar o TUB da linha n.º2 – ajudou estar num hotel junto à estação ferroviária, pois esta linha passa mesmo ao lado – e fazer todo o percurso até à paragem de destino. Esta é bastante fácil de identificar por ser mesmo junto ao funicular que nos leva até ao santuário sem precisarmos subir os quase 600 degraus que separam o Pórtico do Adro! Foi o que fiz, logo na primeira viagem de subida do dia!

Este santuário barroco português foi também, nos dias que antecederam a minha visita, considerado Património Mundial da UNESCO.


 

Depois de visitar e passear durante horas pelo agradável complexo que constitui o Bom Jesus do Monte, regressei – desci as escadas! 😅 – ao centro da cidade para almoçar. Escolhi para isso um dos locais mais emblemáticos de Braga, o café A Brasileira. Além do simpático atendimento, pude desfrutar de uma agradável salada césar e uma refrescante sangria branca, naquele que foi um dos dias de maior calor em toda viagem!

 

Santuário da Nossa Senhora do Sameiro

Findo o almoço era tempo de voltar ao monte circundante da cidade para revisitar o Santuário da Nossa Senhora do Sameiro – o santuário mariano cujo início de construção data do século XIX – usando para lá chegar o TUB da linha 88. Algo que repeti da anterior visita foi a subida ao zimbório do santuário; é, de facto, única e incrível a vista que temos sob a cidade de Braga a partir dali.

 

No entanto, o passeio pelos arredores de Braga não se ficara por aqui! Aproveitando para rever amigos que hoje moram na cidade, acabámos por ir até à Praia Fluvial da Palmeira molhar os pés – literalmente 😀 – e, mais tarde, jantar aquele que é um dos pratos típicos do norte – a francesinha – na Taberna Holandesa!

 

Dia 5
Braga – Viana do Castelo

Ao terceiro e último dia em Braga não era possível ir embora sem provar um dos seus pastéis mais típicos: a Tíbia! Felizmente, um dos melhores locais para provar este pastel de massa semi-estaladiça recheada com creme é relativamente perto da estação e do centro histórico, mesmo ao lado do Arco da Porta Nova: o Tíbias de Braga! Era tão boa que não me importava de comer já outra! 🤤

 

Depois deste doce e apetitoso pecado, no entanto, a linha do Minho que tinha nos meus planos ainda não terminava em Braga e, por isso, seguiram-se os carris até Viana do Castelo!

 

 

Depois de já ter passado por Guimarães e por Braga é Viana do Castelo que me recebe, após transbordo de comboio em Nine, para terminar esta viagem de 7 dias pelo Minho.

 

 

Nunca tinha estado em Viana, nome pelo qual é simplesmente chamada a cidade minhota de Viana do Castelo. Apenas passara por ela uma vez, sem parar, sendo nessa mesma vez que, ao longe, me apaixonei pelo Templo-Monumento de Santa Luzia, lá no alto. Prometi que um dia o visitava – qual Amália a cantar! – e esse dia aconteceu!

No entanto, o encanto de Viana do Castelo não reside apenas naquele monumento que me apaixonou no cimo daquele monte, mas em muito mais: reside na simpatia das pessoas; no amor que demonstram pela sua terra e tradições; pelo traje que, de tão típico e adorado, já não é apenas uma marca de Viana, mas um símbolo de portugalidade.

 

Como já tinha acontecido anteriormente nas outras cidades, calculei a minha chegada a Viana do Castelo de modo a coincidir com a hora aproximada do checkin no hotel, por volta das 14 horas – isto permite-me controlar melhor a logística das malas! Contudo, foi logo aqui, na receção, ao primeiro contacto mais direto com os vianenses, que me apercebi do que me esperava: pessoas ainda mais simpáticas e disponíveis do que aquelas a que o norte já me habituou!

Penso que posso dizer que nunca fui tão bem recebida num alojamento como fui no Hotel Laranjeira! O staff é todo extremamente simpático e disponível, os quartos estão equipados qb – o meu tinha até um pequeno terraço, perfeito para uma leitura ao final da tarde ao som do canto das gaivotas – e o pequeno-almoço é bastante completo!

No entanto, o centro histórico e o Museu do Traje que se encontram ali mesmo a dois passos do hotel já me apelavam a uma visita e, por isso, larguei as malas e fui!

 

Museu do Traje

Naquele que era o edifício do Banco de Portugal situa-se hoje o Museu do Traje à Vianesa. Este traje característico era utilizado pelas mulheres das aldeias em redor de Viana do Castelo e é, ainda hoje, envergado orgulhosamente pelas pessoas de Viana em épocas festivas. No museu, situado na Praça da República, é possível conhecer a história, os usos e os costumes do Traje à Vianesa. Infelizmente não é permitido tirar fotos no interior do museu, sendo que a única foto de que disponho de um desses trajes foi tirada de uma montra da cidade e a qualidade não é das melhores!

 

Museu das Artes Decorativas

Com o bilhete adquirido no Museu do Traje foi-me também possível visitar o Museu das Artes Decorativas, situado um pouco mais adiante, num solar na Praça de São Domingos. Aqui podem usufruir de parte da maior colecção de faiança portuguesa (Coimbra, Porto, Lisboa e Viana do Castelo) ao mesmo tempo que visitam o edifício onde ficava hospedado o arcebispo de Braga nas suas visitas a Viana do Castelo.

 

Centro (Sé de Viana, Hospital Velho, Casa dos Nichos, Câmara Municipal)

Continuando perdida pelas ruas do centro – não literalmente! – fui-me deparando com outros locais históricos desta cidade na foz do rio Lima. A Sé de Viana do Castelo, o Edifício da Câmara Municipal – outrora casa pertencente aos Abreu Távora – a Casa dos Nichos – onde funciona o Museu de Arqueologia – o antigo Hospital, o Edifício dos Antigos Paços do Concelho junto à Santa Casa da Misericórdia, na Praça da Republica, ou a Rua Amália Rodrigues – em homenagem à fadista homónima – foi algum do património histórico material de Viana do qual pude desfrutar!

 

No entanto, a quente tarde já ia longa e, fazendo uma pausa na visita histórica, decidi fazer um pequeno lanche tardio num pequeno lounge café junto ao hotel, o Chieira – Lounge Café, onde o sumo de melancia e a super fatia de bolo de abóbora e chocolate serviram para repor energias para… o merecido descanso! 😅

 

Dia 6
Viana do Castelo

Finalmente chegara o segundo dia em Viana do Castelo, o dia em que ia visitar o Templo-Monumento de Santa Luzia! Aproveitei para fazê-lo da parte da manhã, dedicando depois a parte da tarde à visita do Navio Hospital Gil Eannes e à prova de doçaria tradicional da região – algo chato, de facto! 😀

 

Templo-Monumento de Santa Luzia

O funicular de Santa Luzia leva-me até ao topo do Monte de Santa Luzia em cerca de 5 minutos, naquela que é a viagem de funicular mais longa do país. Chegada lá acima vislumbro quase de imediato uma vista de pasmar sob a cidade de Viana do Castelo e percebo o porquê do templo ser visível a 4 km de distância, no entanto esperava-me algo ainda melhor…!

 

Depois de visitar o interior do templo dedicado ao sagrado Coração de Jesus decidi subir ao zimbório. Alguns degraus e trabalho de pernas depois deparo-me com aquela que foi considerada pela National Geographic como uma das vistas panorâmicas mais bonitas do mundo. Garanto-vos que é fácil perceber o por quê! :O

 

Citânia de Santa Luzia

Depois de descer do zimbório do Templo-Monumento de Santa Luzia era tempo de seguir a pé pelo Jardim das Tílias até à Citânia de Santa Luzia. Esta “cidade velha”, como também é conhecida, construída numa localização estratégica que permitia controlar grande parte da zona litoral, é um dos locais arqueológicos mais importantes da Região Norte.

 

Findada a visita ao Monte de Santa Lúzia, era tempo de regressar até à baixa e, depois de um almoço no centro comercial ali perto, visitar o Navio Hospital Gil Eannes.

 

Navio Hospital Gil Eannes

Construído nos estaleiros de Viana do Castelo, o Navio Hospital Gil Eannes foi durante anos o socorro dos pescadores da frota bacalhoeira de Portugal pelos mares nórdicos. Depois de um longo período de degradação desde a sua desativação foi recuperado e pode ser visitado na antiga doca comercial de Viana.

 

O fim da minha visita no Gil Eannes coincidiu com a hora do lanche… e o que poderia ser melhor do que aproveitar para provar a doçaria tradicional da região? Nada, é claro! Tendo por base pesquisas que fiz no dia anterior, Viana do Castelo tem bastante potencial doceiro e um dos locais ideais para a provar é a Pastelaria Zé Natário, localizada numa das principais avenidas da cidade. Provei um Manjerico de Viana e um Sidónio – calma, são pastéis pequeninos! – e bem que me apeteceu trazer alguns na mala no regresso a casa! 🤤

 

Dia 7
Viana do Castelo – Porto

O terceiro dia em Viana do Castelo é também o dia em que regresso a casa depois de 7 dias a percorrer o Minho – não todo, claro, mas um dia hei de voltar! Contudo, antes de partir a meio da tarde, tive ainda tempo de percorrer uma última vez as ruas de Viana e de parar para almoçar num espaço bastante interessante que tinha descoberto e onde tinha jantado, também, no dia anterior: o La Familia.

 

Instalado numa loja que foi, noutros tempos, uma mercearia local e localizado bastante perto da Praça da República, o La Familia oferece uma grande variedade de refeições ligeiras, ao jeito de tapas (saladas, sandes, batidos, etc), assim como de bebidas – aconselho a salada César e a sangria de frutos vermelhos! – sendo que a isto ainda junta o conceito de mercearia.

 

O ambiente acolhedor, catita e descontraído, a par da forma tão simpática, atenciosa e disponível com que me receberam naquele espaço, onde se consegue conversar e trocar ideias com quem nos recebe, foi algo que achei invulgar e que me fez querer voltar. Foi sem dúvida uma boa opção repetir um local em toda a viagem! 👌

 

Ponte Eiffel

Antes de me despedir de vez da cidade a seguir ao almoço, consegui ainda caminhar até à Ponte Eiffel, projectada e construída por Gustave Eiffel – sim, o mesmo da Torre Eiffel e que terá morado algum tempo na região do Minho! – e cuja inauguração sobre o rio Lima se dá em 1878.

 

O meu tempo pelo Minho terminou em Viana do Castelo, de onde parti em direcção a casa. Porém, não foi uma partida sem saudade e vontade de voltar, um dia, para explorar o que não pude ver nesta semana em que o comboio me levou até onde sempre quis ir e onde me cruzei com locais e pessoas que sempre me fizeram sentir em casa. 🙂

 


Quanto?

Viagem de Comboio Urbano Porto – Guimarães: 3,25€

Viagem de Teleférico Guimarães – Monte de Santa Catarina (ida e volta): 7,50€

Castelo de Guimarães + Paço do Duques de Bragança: 6€

Museu Alberto Sampaio: gratuito para turistas portugueses

Hotel Fundador: média de 60€/noite

 

Viagem em Comboio Urbano e Regional Guimarães – Braga: 3,55€

Entrada na Sé de Braga: 2€

Viagem no autocarro TUB até ao Bom Jesus do Monte (ida + volta comprado a bordo): 3,30€

Viagem no funicular do Bom Jesus do Monte (ida): 1,50€

Viagem no autocarro TUB até ao Sameiro (ida + volta comprado a bordo): 4€

Subida ao zimbório do Santuário da Nossa Senhora do Sameiro: 2€

Hotel Basic Braga by Axis: média de 40€/noite

 

Viagem em Comboio Urbano e Regional Braga – Viana do Castelo: 6,05€

Museu do Traje + Museu das Artes Decorativas: 2€

Elevador de Santa Luzia (ida e volta): 3€

Subida ao zimbório do Templo-Monumento de Santa Luzia: 2€

Citânia de Santa Luzia: 2€

Museu Navio Hospital Gil Eannes: 4€

Hotel Laranjeira: média de 57€/noite

 

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