Marrocos, o diário de bordo

Nos próximos 9 dias irei andar por Marrocos num modo de viajar que será novo para mim. Em jeito de excursão, de autocarro, e na convivência de um grupo onde a maioria das pessoas me são desconhecidas, irei passar por diferentes cidades e locais marroquinos que aguardo com bastante expectativa.

 

Tentarei manter um diário de bordo onde relatarei todos os passos da viagem e que, espero, vos seja inspirador. Claro que dependerá do acesso que conseguir ter à Internet, mas estou confiante!

Podem ir acompanhando tudo aqui no Blogue, no Facebook ou no Instagram através da hashtag #ideviajarmulher. Não se esqueçam de fazer follow!

 

Dia 1 – 13 de abril
Coimbra – Tarifa

Aproveito para vos escrever sobre este dia enquanto sigo de autocarro até Tarifa, local onde faremos a travessia de ferry para Marrocos.

De um modo geral este dia resumiu-se a fazer o packaging para a viagem: malas de roupa e de comida – sem esquecer os repelentes, as pastilhas para enjoo e os medicamentos para diarreia (sim, consta que é coisa provável de acontecer por lá caso não tenhamos atenção ao que comemos!) – e mentalizar-me para passar uma noite na estrada (até agora estou fortíssima!).

Uma vez que a hora de saída do autocarro estava apenas marcada para as 19h, deu para fazer tudo com calma e para ver crescer a ansiedade normal de quem quer muito chegar ao destino para encontrar coisas novas!

O autocarro saiu de Coimbra, onde se encontra a sede da Quebratour, a agência de viagens que organizou esta visita a Marrocos, e a hora prevista de chegada a Tarifa é por volta das 5h30 de amanhã. Aguarda-me ainda uma longa noite, que continuará a ser pontuada por pausas para comer e satisfazer outras necessidades (a última pausa foi em Badajoz, mas não comprei os caramelos)!

Até ao próximo post do blogue podem ir seguindo a viagem no Instagram e no Facebook! 😉🚌

 

Dia 2 – 14 de abril
Tarifa – Tânger – Chefchaouen – Fez

Devo começar por dizer que este dia, depois das longas horas de viagem de autocarro, viagem de ferry e espera de 1h no porto de Tânger para entrar em Marrocos, acumulado com poucas horas de sono, variações entre frio e calor, e passeio por Chefchaouen se tornou francamente duro!

Conseguimos chegar a Tarifa na hora prevista e atravessar para Tânger no ferry das 8h; o problema foi na chegada a Marrocos e a longa espera ao sol que tivemos que fazer para controlo das malas (cerca de 1h30…). Posto isto, conhecemos a nossa guia marroquina, a Amida – espero estar a escrever bem o nome – que se juntou à nossa guia portuguesa – a Rute – e voltámos ao autocarro, que desta feita nos há de guiar durante os próximos dias por este país das mil e uma noites.

 

Guiou-nos, para começar, até à cidade de Chefchaouen, também conhecida como a “pérola azul”, por ter as paredes das suas casas caiadas dessa cor. Chefchaouen ou, traduzindo, “mira los cuernos”, situa-se nas montanhas de Rif, que se assemelham a cornos quando olhadas da cidade e, por isso, daí o nome. Almoçámos por lá, num restaurante típico: uma salada de tomate, tajine (uma espécie de guisado típico marroquino) e uma salada de frutas. A cidade é labirinticamente catita e as pessoas inesperadamente simpáticas. Comemos o pão achatado e típico destas bandas, oferecido por um morador que, vendo-nos espreitar para o seu forno, nos deu um acabadinho de fazer, tendo em conta a forma como fumegava e nos escaldava nas mãos.

 

Marrocos é francamente inesperado ao nível da paisagem; esperava encontrar um país mais árido e talvez até um pouco menos ocidentalizado, mas que acabou por me surpreender pela paisagem verdejante e os edifícios de arquitetura moderna, até agora.

Depois de Chefchaouen terminamos o dia em Fès, provavelmente uma das cidades mais labirínticas do mundo e que teremos oportunidade de conhecer amanhã.

 

Dia 3 – 15 de abril
Fez

Despertador para as 7h, entrada no autocarro às 8h30. Hoje foi o dia de visitar Fès.

O primeiro aviso que recebemos foi para nos mantermos em grupo, tendo em conta a facilidade de nos perdermos no emaranhado de ruas e ruelas que compõem a medina – a maioria é extremamente estreita e há as onde só é possível passarem 2 pessoas lado a lado e com dificuldade.

Este labirinto que é Fès foi sendo desenvolvido ao longo de séculos e por duas razões: uma delas, a defesa da cidade (ruas estreitas dificultavam a entrada dos invasores e aumentavam o tempo de preparação da defesa da cidade) a outra, a defesa do calor (as ruas estreitas, ladeadas por edifícios altos, fomentam a sombra numa cidade onde as temperaturas podem chegar ao 50ºC ao sol).

 

Esta cidade é também considerada o pólo cultural de Marrocos, encontrando-se aqui a universidade mais antiga do mundo, para onde todos os pais marroquinos sonham enviar os filhos para estudar. Além disso, é também um grande ponto de comércio do artesanato, onde podem ver trabalhar os artesãos – os curtumes são uma das principais atrações da cidade (cheiram tão mal que nos oferecem ramos de hortelã para aliviar a visita!) – e comprar de tudo um pouco, desde caxemira, malas em pele curtida, bijuteria, candeeiros, etc.

 

O nosso primeiro ponto de visita foi o palácio real e as suas famosas portas douradas, enormes e tão trabalhosamente decoradas que mereceram umas quantas selfies! Seguiu-se o miradouro do forte, de onde podemos ver como Fès é grande e composta por um emaranhado de edifícios monocromáticos. Faltava-nos apenas embrenharmo-nos na cidade e foi o que fizemos logo a seguir: ruas estreitas, cheiros intensos, pessoas – muitas pessoas – contrastes sociais, lojas, bancas e banquinhas, vendedores ambulantes, cores, texturas e muita confusão, é o que se vê e se sente por entre grande parte das singulares ruas de Fès e nas quais gastámos toda a manhã (e parte da tarde, visto que só saímos da medina velha já passava das 14h).

Além de tudo isto, hoje não foi um dia absolutamente normal na cidade. O rei visitou Fès (não, não o chegámos a ver), o que elevou e muito o nível de polícias e militares na rua, além do número das estradas fechadas, ainda assim sem causar qualquer transtorno.

 

A hora do almoço foi gasta a comer basicamente o mesmo que comemos ontem, mas num ainda mais espetacular e lindíssimo restaurante, ao passo que a tarde foi gasta a fazer ocidentalidades num centro comercial da zona!

Amanhã partimos para o deserto, o que vai ser uma aventura ainda maior. Possivelmente não terei acesso à internet nos próximos 2 dias, o que irá limitar a atualização do diário, mas assim que puder volto à carga! 😉

 

Dia 4 – 16 de abril
Fez – Merzouga

Saímos cedo em direção ao deserto do Sahara, onde passámos a noite em tendas berberes.

O caminho foi longuíssimo, cerca de 12h de autocarro entre Fès e Merzouga (um dos locais de entrada no deserto). Contudo, e apesar do cansaço associado à viagem, tivemos oportunidade de ir vendo as variações de paisagem, arquitetura e costumes que existem em Marrocos. Passámos do Marrocos fértil, verdíssimo e com lagos, atravessando as montanhas do Atlas, cobertas de neve e onde vivem os povos berberes – nómadas e semi nómadas – (aqui é tradição as mulheres tatuarem a cara), até ao Marrocos deserto, onde o solo é árido até perder de vista e onde habitam os povos tuaregs, considerados os marroquinos mais bonitos (digamos que este julgamento vale o que vale!).

Fizemos apenas 3 paragens durante todo o caminho – nem vos digo como já (não) sentia o meu corpo!

 

A primeira logo em Ifrane (nome berbere), uma das mais importantes estâncias de ski de Marrocos e chamada de Suíça marroquina; aqui há casas com telhado, algo pouco habitual em Marrocos. Voltámos a ser recebidos por uma cidade em festa devido à visita do rei – na verdade acho que já parecemos stalkers do rei, mas pronto…! 😄 Só tivemos tempo para tirar a selfie da praxe e fazer os deveres fisiológicos e voltámos à estrada (parámos apenas um pouco depois para podermos alimentar macacos no meio de uma floresta de cedros).

Paragem para almoço volante (aquele que comprámos ontem no centro comercial de Fès (pão, queijo, batatas fritas e água)) e voltámos  novamente à estrada, até chegarmos a um dos locais mais impressionantes que vi até ao momento em Marrocos: o oásis do Vale de Ziz. Foi literalmente como observar um rio de vegetação onde, por entre as árvores, surgem aldeamentos barrentos como estamos acostumados a ver nos filmes. Lindíssimo!

 

Depois do vale foi sempre a zarpar até Merzouga, onde o nosso hotel de tendas já nos esperava… mas perdemo-nos a caminho… e tivemos que pedir informações… e voltámos a perder-nos até que lá nos vieram buscar e encaminhar! BEM-VINDOS AO DESERTO!

As tendas são parte de um hotel físico (construído com barro e palha – tenho pena de não ter conseguido tirar uma foto) e ficam a poucos quilómetros; quilómetros que fazemos (6 pessoas) de 4×4, com um motorista que nos canta o “Malhão, malhão” em português correto quando lhe dizemos que somos um grupo de portugueses e brasileiros!

Chegamos às tendas onde somos distribuídos. Colchões no chão coberto de tapetes, cobertores que não são lavados seguramente desde as últimas utilizações já lá vai mais de um ano… mas viemos para a aventura, certo? “No pasa nada”, como diria a nossa guia marroquina! 😆

Tivemos possibilidade logo ali, junto às tendas no meio do deserto, de tirar fotos nas dunas, ver camelos e escaravelhos (enormes, deixem que vos diga!) – sei que também há raposas, pois tivemos oportunidade de as ouvir a correr pelo acampamento durante a noite e ver as tocas de manhã!

 

Seguiu-se o jantar e uma pequena festa com direito a fogueira, música berbere e dança do ventre.

Deitámo-nos cedo, porque o despertador tem que ser posto para as 5h30 da manhã; diz que há um nascer do sol para ver! ☺️

PS – vou tentar fazer algumas instastories com o que vos falei aqui, por isso, se quiserem ver, estejam atentos ao Instagram e à hashtag #ideviajarmulher!

 

Dia 5 – 17 de abril
Merzouga – Ouarzazate

O dia começou cedo para nós no acampamento; como combinado o despertador tocou às 5h30 da manhã; de qualquer forma, a noite na tenda não foi de todo a noite mais confortável de sempre e não chegou a haver grande esforço para nos pormos a pé!

Levantámo-nos e começámos a posicionar-nos nas dunas à espera do nascer do sol. Tínhamos por companhia os dromedários que haviam, depois do pequeno almoço, de nos aguentar durante cerca de 1h de viagem até ao hotel físico, onde pudemos tomar um duche ligeiro e voltar à estrada.

 

Andar de dromedário foi uma experiência engraçada – muito devido ao tratador dos animais, o Rachid, que tinha um espírito fantástico (“a vida é como uma vaca, umas vezes dá leite e outras vezes dá caca” é uma das frases que me há de ficar sem esquecer de onde veio) – mas penso que não voltaria a repetir; além de me dar pena, os dromedários também não são o meio de transporte mais confortável – descer dunas em cima de um dromedário é uma verdadeira prova à nossa força de braços e de pernas e nem vou comentar como fica o resto! Contudo, o silêncio que se houve no deserto é algo incrível e que todos deveríamos poder experimentar uma vez na vida.

 

Deixando Merzouga para trás, dirigimo-nos para o Vale de Todra para vermos as Gargantas de Todra. É incrível a altura das montanhas naquele lugar; sentimo-nos verdadeiramente pequenos e de algum modo indefesos perante tamanha imponência. Antes de aqui chegar tivemos ainda a oportunidade de visitar um antigo poço berbere, utilizado para fazer chegar água às plantações daquela região árida. Hoje em dia estes poços já não estão em uso devido à construção de albufeiras; no entanto, continuam a servir de abrigo contra o calor e tempestades de areia – tempestade que tive oportunidade de sentir à saída do poço (vejam a instastory)!

 

Seguiu-se uma pequena paragem no Vale da Rosa, de onde é originária a conhecida água de rosas e onde podem encontrar inúmeros produtos cosméticos à base de rosas. A partir daí foram mais algumas horas de caminho até chegarmos ao nosso novo hotel na cidade de Ouarzazate, que iremos ter a possibilidade de conhecer amanhã!

 

Dia 6 – 18 de abril
Ouarzazate – Aït-Ben-Haddou – Marraquexe

Ouarzazate é uma cidade ligeiramente a sul de Marraquexe e que ficou conhecida pela sua ligação à indústria cinematográfica. Esta indústria fomentou a recuperação da cidade nos anos 70 e dá hoje emprego a muitos dos seus habitantes.

Por isso, hoje em Ouarzazate começámos o dia a visitar os Atlas Studios, famosos por serem o local de rodagem de filmes e séries como Gladiador, Game of Thrones, O Último Imperador ou Prison Break. Ficámos a saber que os cenários montados são aproveitados de rodagem para rodagem, fazendo apenas pequenas alterações na construção e decoração.

 

Depois dos estúdios, e alguns quilómetros mais a norte, esperou-nos uma caminhada para subir ao ponto mais alto de Aït-Ben-Haddou, cidade património Mundial da UNESCO e palco da rodagem de filmes e séries como Gladiador, Lawrence of Arabia ou Game of Thrones. Aït-Ben-Haddou parece autenticamente uma cidade perdida no tempo, que ao longe se assemelha a uma montanha de barro.

 

Depois do almoço nessa mesma cidade, onde pudemos provar uns saborosíssimos ovos mexidos berberes, rumámos pelas montanhas do Atlas até Marraquexe.

O dia hoje foi curto ao nível de visitas, mas aguardam-nos agora um dia para gozar de Marraquexe!

 

Dia 7 – 19 de abril
Marraquexe

Bem, tenho uma expressão para Marraquexe: que confusão! 😅 É uma quantidade de aromas, cores, texturas, vendedores, trânsito… bem, o trânsito é uma coisa incrível! Tentar não ser atropelado é tarefa árdua para quem está habituado a um sistema de trânsito mais… organizado, digamos assim! No entanto, acho que o segredo está em não pararem. Assim que meterem o pé na estrada, é sempre a andar e está tudo safo! 😅

Começámos o dia em Marraquexe com uma visita ao parque Ménara; este parque foi construído pela família real para local de passeio, sendo mais tarde aberto ao público. Rodeando o parque existe uma plantação de oliveiras pertencente ao governo e cujo rendimento retirado da produção de azeite é utilizado para a construção/manutenção dos monumentos religiosos.

 

Seguiu-se o parque de Lalla Hasna, parque que rodeia a Mesquita da Cutubia, a maior mesquita e edifício mais alto de Marraquexe – todos os outros edifícios da cidade são menores por duas razões: porque a mesquita deve ser o elemento mais importante e porque os edifícios não devem tapar a vista das montanhas do Atlas, que tão bem se vêm da praça Jemaa el-Fna.

Por falar em Jemaa el-Fna, foi onde passámos parte da tarde… a fazer compras! Desafio-vos a resistir à tentação de comprar um frasquinho que seja e regatear o preço com o vendedor – nunca se esqueçam que é de bom tom regatear o preço!

 

Mas, para não pensarem que a parte da tarde foi simplesmente a perder a cabeça em compras, visitámos ainda o Palácio da Bahia, do final do século XIX, onde se pode apreciar a arte arquitectónica marroquina.

 

Contudo, a diversão pura e dura chegou à noite (e de onde acabamos de chegar!): o espetáculo de folclore marroquino que acontece todos os dias do ano no Chez Ali! Este espetáculo consiste numa demonstração equestre marroquina, dança do ventre, folclore regional, jantar, bebidas; basicamente uma espécie de parque temático com ambiente berbere.

Amanhã seguimos para Tânger, onde vamos passar a última noite em Marrocos, mas ainda damos um salto a Rabat (capital de Marrocos) e Casablanca.

 

Dia 8 – 20 de abril
Marraquexe – Casablanca – Rabat – Tânger

Hoje foi o último dia de viagem por Marrocos – já está tudo morto de cansaço e isso nota-se pelo silêncio no autocarro durante todo o caminho. No entanto, não voltámos a Tânger sem antes passar pelas cidades atlânticas de Casablanca e de Rabat.

Casablanca, onde acabámos por aproveitar para almoçar, é a capital económica de Marrocos, tem 5 milhões de habitantes – só de pensar que é cerca de metade da população portuguesa! – e é lá que podemos visitar a maior mesquita de África e a segunda maior do mundo, a Mesquita Hassan II. Esta é a única Mesquita cujo interior é permitido visitar por marcação e cabem nela cerca de 80 mil pessoas. É realmente um complexo religioso enorme, lindíssimo e onde o minarete é capaz de fazer inveja a muitos arranha céus!

 

Esta cidade atlântica é sem dúvida a cidade mais ocidentalizada que vimos até ao momento; na verdade faz-nos sentir que tanto podemos estar em Marrocos como em qualquer outra cidade da costa portuguesa, por exemplo, tal é a semelhança estética e cultural que sentimos, contrastando com praticamente tudo aquilo que vimos nos últimos dias a viajar pelo interior de Marrocos.

Seguimos caminho até Rabat, a capital administrativa do país e onde mora a família real marroquina. A intenção era passar em frente ao palácio real, mas, para não variar desde o início da viagem, pareceu haver qualquer obrigação real que nos barrou a passagem (eu já não disse que parecemos stalkers do rei?)! Dada a impossibilidade, apressámo-nos até ao Mausoléu Mohamed V onde está sepultado o rei homólogo e os seus filhos, o rei Hassan II e o príncipe Mulai Abdalá, e onde pudemos observar o que resta de uma mesquita inacabada/destruída – não se sabe ao certo o que terá acontecido, mas julga-se que esta mesquita terá sido destruída pelo mesmo maremoto que afetou Lisboa no ano de 1755 e nunca chegou a ser recuperada.

 

Daqui saltámos diretamente para o hotel em Tânger, de onde iremos partir amanhã para Tarifa em direção à casa! 😭

 

Dia 9 – 21 de abril
Tânger – Tarifa

Hoje foi o dia da partida em direção a casa. O despertador tocou cedo, por volta das 5h15 da manhã, pois o ferry que nos trouxe de volta à Europa partia às 8h.

É de cerca de 15 km a distância que separa África da Europa pelo Estreito de Gibraltar e foram esses quilómetros que fizemos de volta a Espanha e uns quantos mais depois, de volta a Portugal.

Correu tudo muito bem, melhor do que seria até de esperar, apesar do cansaço que uma viagem deste género provoca. No entanto, e apesar de tudo, tenho a certeza que todos voltámos mais ricos do que fomos.

Vou aguardar uns dias, para assentar ideias e olhar com um pouco de distância para a viagem, e depois farei um balanço do meu sentimento em relação a ela.

Deixo-vos o percurso que fizemos e espero que se tenham sentido inspirados a fazer o mesmo! 🙂

 

 

 

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